O editor de Moda da Folha de SP Alcino Leite Neto entrevistou o filósofo norueguês Lars Svendsen pro Mais! (aqui) e este falou uma coisa sobre a qual vale e muito refletir:
"Todos nós, de alguma maneira, expressamos quem somos por meio de nossa aparência visual, e essa expressão vai necessariamente dialogar com a moda. E os ciclos de moda cada vez mais acelerados indicam um conceito mais complexo do eu, porque o eu se torna mais transitório. O consumidor pós-moderno não consegue firmar uma identidade pessoal viável por meio de seu consumo porque o fato de esse consumo focalizar o transitório enfraquece a formação da identidade. Se nossa identidade é diretamente vinculada às coisas que nos cercam -ou seja, ao valor simbólico das coisas-, essa identidade será tão transitória quanto são aqueles valores simbólicos".
Pra quem tiver um tempo recomendo muito a entrevista (e dependendo do tempo, o caderno inteiro). Para acessar, clique aqui.
A querida Ju Mundim (já falei dela aqui) me mandou um link pra esse EXCELENTE documentário feito para a TV Francesa, dirigido pelo Loïc Prigent sobre o Marc Jacobs e a Louis Vuitton (de 2006). Já adorei que começa com uma festa à fantasia organizada pela Louis Vuitton com o tema “Veneza” e o Marc Jacobs vai fantasiado de pombo (!!), só que a fantasia é tão grande que tiveram que alugar um caminhão pra levá-lo... Bafo!
Seguem as três partes:
Na primeira parte fala que as aberturas de loja hoje em dia são as novas premières, só que os filmes podem fracassar, as lojas não. Também fala da LVMH (Louis Vuitton Moët Hennessy, aqui), grupo do qual a Vuitton faz parte, entre 60 outras marcas de roupas, relógios e bebidas, sendo que a Vuitton é a “galinha dos ovos dourados” com faturando mais de 60% da renda do grupo.
Bernard Arnault, maior acionário do grupo (e o 14º homem mais rico do mundo...), comprou a Vuitton em 1989, reformulou a marca e contratou Marc Jacobs pra ser o novo diretor criativo. Ótimo que o Mr. Arnault fala que ficou um pouco chocado com o primeiro desfile com Marc no comando porque não tinha uma única bolsa na passarela...
Aparentemente esse documentário nem ia rolar, mas o diretor e sua mini-equipe (ao todo eram 3 pessoas) foram apadrinhados pela Dominique Michelli (tem que ver pra saber quem ela é!) e ai tudo comecou a funcionar.
Ai temos acesso ao atelier da sua marca própria, em NY, mostrando Marc com tesouras na mão, em ação, uma semana antes do seu desfile (aquele que tinha a passarela verde brilhante, lindo lindo).
Incrível ver imagens dele trabalhando, perguntando pras costureiras se elas gostam ou não de um determinado look, tudo em um ambiente super descontraído, apesar das pessoas ficarem duas semanas quase sem dormir antes da semana de moda. Legal também que grande parte de sua equipe está com ele há 15 anos.
Daí temos a mini-entevista com a Sophia Coppola e vamos pra Paris, conhecer o atelier da Vuitton. Absurda a diferença dos dois ateliês, me parece que um é cheio de vida e o outro cheio de gadgets...
Vemos então como funciona o processo de criação (!!), com paredes de referências, pessoas apresentando idéias e o velho debate entre o que é feio ou bonito. Absurdo mostrar uma malha de poliéster garimpada em brechó e como a mesma foi incorporada na coleção, com a mesma cor mas um shape novo e em tecido fino (cashmere).
E como as coisas são burocráticas, desde a aprovação das vitrines (réplicas gigantes são apresentadas ao CEO Yves Carvel e toda uma equipe) aos detalhes do desfile na Semana de Moda de Paris.
Então o mesmo desfile da Vuitton que foi apresentado em Paris migra pra Tóquio, inclusive com as mesmas modelos (dinheiro não falta né?). Eles até fazem uma lista de todas as celebridades que comparecerão e os seus respectivos looks (Vuitton claro!) pra ninguém aparecer com a mesma bolsa ou sapato (!!).
Segundo o próprio Jacobs, eles decidiram desfilas também em Tóquio “jogando um dardo na parede (rs)”... Daí o tal do desfile termina numa meeega festa com direito a patinadoras e gueixas e até aparece a Grace Jones (!!) de microfone na mão.
De volta à Paris vemos o material de pesquisa que eles trouxeram de lá e de como isso foi intrepretado por sua equipe.
Só fiquei arrasada que o documentário termina abruptamente, o final está faltando... Uó. Mas gente, mesmo assim TEM QUE VER. É uma aula de moda, estilismo, fora que fiquei impressionada com o quanto o Marc Jacobs é querido. Quero ser a melhor amiga dele, posso?
Finalmente apareceram os primeiros clipes da
nova campanha da William Rast (aqui), marca de jeanswear do gato do Justin Timberlake
e de seu melhor amigo, o Trace Ayala.
São vários filminhos (que podem ser vistos aqui) contanto a estória de um casal fugindo da
polícia. Justin interpreta o próprio William Rast que tem como par romântico a
super cool modelo/stylist/criadora de acessórios Erin
Wasson.
No filme abaixo, ele paga de malandro egocêntrico e pega a
belíssima Erin.
Acabei de ler que se você se veste de maneira bem-sucedida você será bem-sucedido. Segundo Serena Beirne, pesquisadora do Australian Fashion Partner, "não importa quem você conhece mas sim o que você veste". A mesma diz que os funcionários deveriam se ver como produtos e "embalagens", se vestindo de acordo. "Em alguns ambientes corporativos existem oportunidades de branding (aqui), então se você está usando uma bolsa apropriada ou os mesmos sapatos do seu futuro chefe, a empresa reconhecerá isso achando que você tem potencial".
Hmmm, será?
Não resisti, fora que ela super acreditou nisso: Melanie Griffith em "Uma Secretária do Futuro" (aqui), filme clássico e imperdível dos anos 80
E pra quem quiser ler mais sobre o assunto, clique aqui.
Subiua minha matéria dos macacões (aqui) e pensei em dar algumas dicas aqui no blog de como se usar já que é uma peça razoavelmente complicada. Ontem fotografei um lindo editorial sobre o assunto e percebi que vários modelos só funcionam numa pessoa de 1’75m que pesa 55kg (infelizmente), por isso compilei essas dicas e algumas imagens do SPFW pra inspiração. Ai vão:
Ellus 2nd Floor, Colcci, Huis Clos e Maria Bonita
Jeans: um dos mais fáceis de usar. Pras mais baixinhas, combinar com salto alto (fino!), pras gordinhas de preferência modelos em cores mais escuras, como sempre, use o bom senso. Pra quem for alta uma dica bacana é dobrar a barra da perna um pouquinho pra mostras as canelas. Vale usar cinto na cintura pra dar aquela marcada e dobrar a manga pra deixá-lo mais cool.
Huis Clos, Amapô, Neon e Osklen
Estampado: cuidado! Tem que ser muito magra e longelínea pra usar um modelo assim. Pra quem for menor (e magrinha), uma boa opção pode ser um macaquinho curtinho, mostrando as pernas pra dar uma alongada - um salto sempre ajuda!
Osklen, Maria Bonita, Alexandre Herchcovitch e Vide Bula
Pretos: modelo mais fácil de todos. Pode ser usado com camisa por baixo e cinto na cintura para ficar mais arrumada ou com uma regata branca pros dias de muito calor. Pras pessoas que não estão totalmente em forma, os modelos mais larguinhos funcionam melhor. Pras baixinhas, vale encarar um salto mas como ele já é preto já ajuda a alongar.
Macaquinhos: tem que se preocupar um pouco com o comprimento. Os das fotos são super curtos então vale a pena ver se a sua perna e coxa estão okays e também se é apropriado pro seu trabalho, claro. Os de tecidos mais nobres, como o de shantung da estilista Mineira Graça Ottoni, funciona tanto pro dia quanto pra noite, dependendo dos acessórios e sapatos.
Tecidos: os de jeans são ótimos pro dia-a-dia, talvez só um pouco quentes. Luxo mesmo são os de seda, como o preto da Osklen, que tem um caimento lindo, são super frescos, mas custam uma fortuna...
Ficou com dúvidas? Não sabe como usar? Comente abaixo que respondo suas dúvidas!
Entrevista ótima e bem controversa com o Jürgen Teller na NY Mag (aqui). Na matéria (gigante, por sinal) ele fala que é totalmente contra retoques (nada de Photoshop!!) e que ele gosta de mostrar o lado “real” das coisas. Segundo o fotógrafo, “grande parte das fotos de moda são feitas por gays achando mulheres sexy, o que no final das contas não é nada sexy, pelo menos não para um homem heterosexual. A modelo está tão retocada, tão manipulada, sem nenhuma expressão humana, e no final das contas você não quer comer uma boneca”. (Lembram das fotos da Lily Cole pelada? São dele e estão aqui).
O Dennis Freedman, diretor criativo da W (lembram do editorial com a Tilda Swinton? Aqui ó) fala algo super interessante, que “o Jürgen mostra a futilidade de tudo isso– de tentarmos parecer lindos, a futilidade de levantar os peitos caidos ou de caber dentro de um certo vestido. Muita fotografia de moda constrói um universo fake e tenta manter esse mito. As fotos dele passam direto por isso, mas não são deprimentes. O que realmente é deprimente não são as fotos de Jürgen, mas a estúpida objetificação das mulheres como cabides de roupa que posam e usam roupas e não há nada naquela imagem fora a intenção de venda”. Bafo, bafo.
Vivienne Westwood em 2007, Teller posando de irmão da Cindy Sherman e Victoria Beckham dentro da sacola, ambas campanhas do Marc Jacobs
A matéria continua falando de sua chegada em Londres (ele é Alemão), do seu casamento com a top stylist Venetia Scott e que no começo eles só faziam dois editoriais de moda por ano, com modelos novas (a Kate Moss, no caso) e roupas vintages já que as grandes marcas não emprestavam nada pra eles...
Outra ótima história é que ele conheceu o Marc Jacobs (pra quem ele fotografa campanhas até hoje) porque o Marc queria que a Venetia fizesse o styling de um de seus desfiles. Eles foram jantar e o Marc conheceu o Jürgen quando foram fumar um cigarro juntos. Segundo o próprio Jacobs, “eu vi no trabalho do Jürgen tudo que estava me interessando na época: a imperfeição do que é real”.
Mas a melhor de todas as histórias eu não vou contar mas envolve a CharlotteRampling, uma suite no Hotel de Crillon e uma bermuda prateada – tem que ler pra saber!!
Ah, e quando eu morava em Londres eu o conheci. Quem me apresentou foi a falecida Isabella Blow que me fez falar em alemão com ele... Lembrando de tudo agora foi bem engraçado, mas na época morri de vergonha =)
Crocs na Vogue Paris não dá né? Espero que seja só porque eles são anunciantes, já que eles não ficam bem nem na Raquel Zimmerman (e olha que ela é uma das mulheres mais lindas que já vi na vida)...
Que linda, não? Nem tem muito o que falar... A belíssima dançarina burlesca Dita Von Teese (e ex-mulher do roqueiro loucão Marilyn Manson) posando para a linha de lingeries que criou especialmente para a Wonderbra.
Gente, e o Lagerfeld de rapper na foto ao lado?? É que a Harper’s Bazaar fez uma matéria sobre qual seria a fantasia de algumas personalidades da moda e ele queria ser um rapper... Muito bom. Adoro que a expressão da cara é a mesma, sempre...
Entre outras fantasias, Armani de Fred Astaire, Cavalli de Rhett Butler de “E o Vento Levou” e Alber Elbaz como um produtor de cinema... Pena que só algumas fotos estão na internet - para ver mais, clique aqui.
Na mesma Bazaar tem outra matéria ótima, a “The Royal Ronsons” em que os Ronsons, no caso a Charlotte (estilista), oMark (produtor musical) e a Samantha (DJ e namorada da Lindsay Lohan) imitam os personagens do filme que eu amo de paixão, o “The Royal Tenenbaums” do incrível Wes Anderson... Vale o clique - aqui.
Apareceram mais imagens da nova campanha da Gap, “Create Your Own Gap” (crie a sua própria Gap), lotada de celebridades. Nesta nova série temos a Georgina Chapman (da Marchesa, aqui) a Julia Restoin-Roitfeld (filha da Carine, a toda poderosa editoria chefe da Vogue Francesa), Cecilia Dean (co-fundadora e editora da Visionnaire), fora os fotógrafos Scott Schuman (aka the Sartorialist) e Ryan McGinley, as atrizes Clemence Poesy e Liv Tyler, entre outros...
Veja algumas das lindas fotos (em p&b, chique!) do Mikael Jansson:
As finas & lindas Cecilia Dean e Julia Restoin-Roitfeld
Georgina Chapman e a modelo com o melhor noma na história, Chanel Iman
A Zara pode vender mais (aqui) mas ainda tem muito a aprender muito com a Gap, né?!
Ótima matéria no jornal Inglês The Telegraph (aqui) falando que a Zara é o principal varejista de moda do mundo. Importante, não?
Antes este posto era ocupado pela Gap que foi tão bem-sucedida durante tanto tempo por oferecer peças básicas e clássicas que não estragassem na primeira lavagem e que tivessem um bom corte, tudo isso custando pouquíssimo dinheiro. Mas isso já não basta mais.
Atualmente, a Zara (que faz parte do grupo Inditex) vende €2.2 bilhões por ano mundialmente contra €2.17 bilhões da Gap Inc...
Segundo a Emma Soames, a Gap perdeu a coroa por vários motivos, o principal sendo a falta de velocidade. A Zara leva quinze (!!) dias para transformar um desenho (ou um look de passarela de outra marca...) em uma peça na loja (o tal do do fast-fashion). Muito rápido. A jornalista até fala que quando as peças chegam nas arraras nós ainda nem as queremos, de tão rápido que funciona o processo... E tudo bem se a peça tiver uma qualidade meia-boca mas o preço é tão barato que vale a pena – só vale lembrar uma coisa: no Brasil a Zara custa muito mais do que lá fora! Esses dias entrei em uma das loja da marca e várias blusas custavam em torno de R$ 200 o que eu não acho exatamente barato, especialmente se pensarmos que estas mesmas devem custar €30 na Europa (o equivalente a R$ 72)...
Outra coisa que ela menciona na matéria é que a Zara não tem uma cara específica, bem diferente da Gap, por exemplo. Na Gap você sabe o que vai achar, já na Zara você sempre tem uma surpresa. A matéria continua dizendo que a Gap também nunca percebeu que as pessoas, especialmente as mulheres, então gostando de se arrumar mais, de se vestir mais "na moda" (pensem em “Sex in the City”), especialmente porque já temos o básico em nossos armários. Concordo.
Seguem algumas imagens de ambas as marcas:
campanhas da Gap (aqui): repararam que o moço de camisa branca é o Sartorialist??
Sábado fui na abertura da exposição coletiva “Do Outro Lado do Muro” e recomendo a todos. Pena que o tempo não ajudou muito com toda aquela chuva, mas AMEI a curadoria do Ricardo Oliveros e a exposição em si. A idéia foi “fazer uma apropriação simbólica” de uma casa antiga, abandonada, que fica colada na loja de móveis/design Micasa (aqui). Aparentemente o local vai virar um hotel particular do dono da Micasa só que antes de derrubá-la resolveram usá-la como espaço de exposição.
Eu sei que já fizeram isso várias vezes mas desta vez realmente rolou! Os pisos foram mantidos e a casa foi milimetricamente destruída para abrigar obras e instalações só que tudo tinha o seu devido espaço e ainda por cima dialogava com a casa. Amei as luminárias-instalação da Triptyque, o papel de parede da Rochelle Costi, a instalação interativa do Luiz Duva e principalmente a pilha de malas intituladas “Agora de Volta ao Armário” do Renato de Cara. Lindo, lindo.
As lindas malas do Renato de Cara
O backlight de Adriana Varejão e as luminárias-instalação da Triptyque (que eu quero pra minha casa!)
A "Horselamp" das meninas do Front (que a minha mãe quer pra casa dela, rs) e as garrafas iluminadas de David Batchelor
O papel de parede de pés de galinha da Rochelle Costi e as luminárias sucesso da Triptyque
E durante a vernissage o Flip grafitava a piscina da casa ao vivo, ali, em frente aos nossos olhos. O querido Rodrigo Garcia Dutra (aqui) "roubou" a minha máquina e fez esse filminho do Flip em ação.
A piscina antes, durante no filminho acima e depois, quase pronta
A exposição fica em cartaz até o dia 6 de Setembro, daí é bye bye pra casa e hello pro tal do novo hotel particular (fino) com projeto de Marcelo Rosenbaum.
“Do Outro Lado do Muro”: Rua Estados Unidos, 2.109
E Oliveros, vc realmente arrasou! Parabéns querido! (leia mais sobre o projeto no blog dele, aqui)
Acabei de ver a Gloss deste mês e dei muita, mas muita risada do editorial que fizemos (eu fiz o styling), das meninas parecidas com cães. No dia já estava divertido, mas as fotos ficaram imperdíveis (especialmente e da Mel e da Aline)... Veja abaixo o resultado:
No dia acabei tirando algumas fotos com o meu celular:
Molai em cima da mesinha de make canino e na hora de colocar o laço
Flávia no make e Kennie em ação, tudo dentro do salão Lux
E o Walter Rodrigues que foi super bem falado no blog da Susie Bubble?
Aparentemente quando ela esteve em São Paulo (por causa do Fórum dos Blogueiros, veja os highlights aqui) foi convidada a visitar o ateliê do queridíssimo Walter e adorou o que viu.Engraçado que ela até ficou nervosa ao conhecê-lo...
O prédio lindo, lindo que tá caindo aos pedaços e duas vitrines com várias das opções
Eu tenho uma dica ótima pra quem curtiu a matéria dos chapéus (aqui) e ficou com vontade de adquirir um: a loja El Sombrero.
A loja existe desde 1935 e é provavelmente uma das mais antigas. Lá tem muita opção e peças pra todos os bolsos e gostos. Tem feltro, palha, cowboy, lampião e até um modelo chamado “Indiana Jones”. O site deles é super completo e mostra todos os modelos (aqui) só não tem os preços, mas pra mim estão entre os mais baixos... Fora que os vendedores entendem muito do assunto então vale a pena tirar dúvidas de como usar, qual o tamanho certo, como cuidar, enfim, esse tipo de informação.
Outra coisa que eu amo é a localização da loja: fica praticamente debaixo do belíssimo Viaduto Santa Efígênia, encostado na Praça do Correio e no Vale do Anhangabaú, em um prédio antigo lindo, de esquina, que tem uma das coberturas mais desejáveis do centro (eu moraria lá se não tivesse tão caindo ao pedaços!).
E olha que a loja não vende só chapéus não, tem fivela e cinto country, camisas masculinas e afins.
Vista do salão principal e algumas opções Western
Boinas de feltro e o tradicional "Lampião"
Tá dada a dica.
El Sombrero: Rua do Seminário, 156/158, Centro,tel. 3326-9898
E eu que tinha falado da Lily Cole pra Playboy Francesa alguns posts abaixo acabei descobrindo (valeu Gui!) outras fotos belíssimas dela, também pelada, para a revista Francesa Paradis, que se autodefine como “a magazine for the contemporary man” (aqui). É da edição de janeiro e foram fotografadas pelo Jürgen Teller. Bem bonito (abaixo).
Ah, e na mesma edição da Paradis, a de nr. 3, tem também fotos da Eva Herzigova que são de chorar de tão lindas, feitas pelo Sølve Sundsbø.