Subiua minha matéria dos macacões (aqui) e pensei em dar algumas dicas aqui no blog de como se usar já que é uma peça razoavelmente complicada. Ontem fotografei um lindo editorial sobre o assunto e percebi que vários modelos só funcionam numa pessoa de 1’75m que pesa 55kg (infelizmente), por isso compilei essas dicas e algumas imagens do SPFW pra inspiração. Ai vão:
Ellus 2nd Floor, Colcci, Huis Clos e Maria Bonita
Jeans: um dos mais fáceis de usar. Pras mais baixinhas, combinar com salto alto (fino!), pras gordinhas de preferência modelos em cores mais escuras, como sempre, use o bom senso. Pra quem for alta uma dica bacana é dobrar a barra da perna um pouquinho pra mostras as canelas. Vale usar cinto na cintura pra dar aquela marcada e dobrar a manga pra deixá-lo mais cool.
Huis Clos, Amapô, Neon e Osklen
Estampado: cuidado! Tem que ser muito magra e longelínea pra usar um modelo assim. Pra quem for menor (e magrinha), uma boa opção pode ser um macaquinho curtinho, mostrando as pernas pra dar uma alongada - um salto sempre ajuda!
Osklen, Maria Bonita, Alexandre Herchcovitch e Vide Bula
Pretos: modelo mais fácil de todos. Pode ser usado com camisa por baixo e cinto na cintura para ficar mais arrumada ou com uma regata branca pros dias de muito calor. Pras pessoas que não estão totalmente em forma, os modelos mais larguinhos funcionam melhor. Pras baixinhas, vale encarar um salto mas como ele já é preto já ajuda a alongar.
Macaquinhos: tem que se preocupar um pouco com o comprimento. Os das fotos são super curtos então vale a pena ver se a sua perna e coxa estão okays e também se é apropriado pro seu trabalho, claro. Os de tecidos mais nobres, como o de shantung da estilista Mineira Graça Ottoni, funciona tanto pro dia quanto pra noite, dependendo dos acessórios e sapatos.
Tecidos: os de jeans são ótimos pro dia-a-dia, talvez só um pouco quentes. Luxo mesmo são os de seda, como o preto da Osklen, que tem um caimento lindo, são super frescos, mas custam uma fortuna...
Ficou com dúvidas? Não sabe como usar? Comente abaixo que respondo suas dúvidas!
Sábado fui na abertura da exposição coletiva “Do Outro Lado do Muro” e recomendo a todos. Pena que o tempo não ajudou muito com toda aquela chuva, mas AMEI a curadoria do Ricardo Oliveros e a exposição em si. A idéia foi “fazer uma apropriação simbólica” de uma casa antiga, abandonada, que fica colada na loja de móveis/design Micasa (aqui). Aparentemente o local vai virar um hotel particular do dono da Micasa só que antes de derrubá-la resolveram usá-la como espaço de exposição.
Eu sei que já fizeram isso várias vezes mas desta vez realmente rolou! Os pisos foram mantidos e a casa foi milimetricamente destruída para abrigar obras e instalações só que tudo tinha o seu devido espaço e ainda por cima dialogava com a casa. Amei as luminárias-instalação da Triptyque, o papel de parede da Rochelle Costi, a instalação interativa do Luiz Duva e principalmente a pilha de malas intituladas “Agora de Volta ao Armário” do Renato de Cara. Lindo, lindo.
As lindas malas do Renato de Cara
O backlight de Adriana Varejão e as luminárias-instalação da Triptyque (que eu quero pra minha casa!)
A "Horselamp" das meninas do Front (que a minha mãe quer pra casa dela, rs) e as garrafas iluminadas de David Batchelor
O papel de parede de pés de galinha da Rochelle Costi e as luminárias sucesso da Triptyque
E durante a vernissage o Flip grafitava a piscina da casa ao vivo, ali, em frente aos nossos olhos. O querido Rodrigo Garcia Dutra (aqui) "roubou" a minha máquina e fez esse filminho do Flip em ação.
A piscina antes, durante no filminho acima e depois, quase pronta
A exposição fica em cartaz até o dia 6 de Setembro, daí é bye bye pra casa e hello pro tal do novo hotel particular (fino) com projeto de Marcelo Rosenbaum.
“Do Outro Lado do Muro”: Rua Estados Unidos, 2.109
E Oliveros, vc realmente arrasou! Parabéns querido! (leia mais sobre o projeto no blog dele, aqui)
O prédio lindo, lindo que tá caindo aos pedaços e duas vitrines com várias das opções
Eu tenho uma dica ótima pra quem curtiu a matéria dos chapéus (aqui) e ficou com vontade de adquirir um: a loja El Sombrero.
A loja existe desde 1935 e é provavelmente uma das mais antigas. Lá tem muita opção e peças pra todos os bolsos e gostos. Tem feltro, palha, cowboy, lampião e até um modelo chamado “Indiana Jones”. O site deles é super completo e mostra todos os modelos (aqui) só não tem os preços, mas pra mim estão entre os mais baixos... Fora que os vendedores entendem muito do assunto então vale a pena tirar dúvidas de como usar, qual o tamanho certo, como cuidar, enfim, esse tipo de informação.
Outra coisa que eu amo é a localização da loja: fica praticamente debaixo do belíssimo Viaduto Santa Efígênia, encostado na Praça do Correio e no Vale do Anhangabaú, em um prédio antigo lindo, de esquina, que tem uma das coberturas mais desejáveis do centro (eu moraria lá se não tivesse tão caindo ao pedaços!).
E olha que a loja não vende só chapéus não, tem fivela e cinto country, camisas masculinas e afins.
Vista do salão principal e algumas opções Western
Boinas de feltro e o tradicional "Lampião"
Tá dada a dica.
El Sombrero: Rua do Seminário, 156/158, Centro,tel. 3326-9898
Que linda a imagem acima, não? Ela fará parte da exposição do super-mega-top fotógrafo Sølve Sundsbø na Colette (aqui).
Pra quem nunca ouviu falar nesse nome (google nele já!), ele é um dos fotógrafos de moda mais bacanas. O cara é Norueguês, foi assistente do Nick Knight durante quatro anos e suas fotos são facilmente reconhecíveis pelo uso de cores fortes (e pra mim, sombrias).
A exposição na Colette mostra um outro lado do trabalho dele, mais focado em documentários sobre a natureza, a National Geographic e em pássaros.
Pra quem tiver por aqueles lados, as fotos entram em cartaz no dia 28/08.
Essa liquidação é uma daqueles imperdíveis: já falei que a Huis Clos e Maria Garcia tinham uma ponta-de-estoque (aqui) na fábrica das marcas. Ontem eu recebi um email falando que justamente essa ponta estava em liquidação. Isso significa que as peças terão 80% de desconto!! Não tem como não ir... Da outra vez que fui (não sei se terá desta, mas enfim) tinha uma arara com peças que custavam R$10 (!!) e comprei uma blusa de seda (!!) da Huis Clos (!!) por isso. Vale lembrar que lá você encontrará peças da coleção de inverno 2007 (fotos abaixo) e anteriores a isso, ok?
Fábrica Huis Clos e Maria Garcia: Rua do Bosque, 185, Barra Funda, tel. 3392-1600.
E falando em moda masculina, acabou de subir uma matéria minha sobre camisas masculinas bacanas (aqui). Pra mim, a camisa substitui a camiseta e pode ser usada sempre. Pros executivos não tem muito mistério (vale conferir as do André Lima e Ricardo Almeida), pros outros fica linda combinada sob camiseta com calça jeans - vale também dobrar as mangas para deixar o look mais cool.
Veja a seguir algumas idéias de como usá-las baseadas nas coleções apresentadas no último SPFW:
De manga comprida: com as mangas dobradas de Alexandre Herchcovitch e Amapô,
estampadas de OESTUDIO e V.Rom e look todo preto da V.Rom
De baixo de Paletó: clash de estampas de Mario Queiroz, em tons pastéis da V.Rom
e look cargo da Ellus 2nd Floor
Branca: sob cardigan da Reserva, de smoking do Mario Queiroz, com short de Miguel Vieira
e sob colete da Colcci
Estampada e de manga curta: look todo verde da Cavalera, tipo colete da Vide Bula,
Recebi por email a dica dessa marca de roupas infantis chamada Pistache & Banana (aqui) que produz peças em algodão orgânico e com corantes naturais. E o mais legal é que eles seguem os preceitos do Comércio Justo, o Fair Trade.
O Fair Trade nada mais é do que um “movimento social e uma modalidade de comércio internacional que buscam o estabelecimento de preços justos bem como de padrões sociais e ambientais nas cadeias produtivas de vários produtos” (aqui), onde ONGs compram produtos de países mais pobres como mecanismo de apoio financeiro pela compra direta, sem atravessadores (para saber mais, clique aqui). Bem Legal.
Para acessar o site da Pistache & Banana, clique aqui.
E pra me mandar dicas bacanas, vocês já sabem, mas vale repetir: blogoh@uol.com.br
Os lenços são a peça do momento, ótimos pra quem não quer carregar muitos casacos, mas quer ficar quentinho mesmo assim. Confesso que sou viciada neles e tenho vários. Achei um azul, desses que tem fiozinhos prateados, no fundo da minha gaveta. Como já o tenho há muitos anos resolvi dar uma cara nova a ele. Foi super fácil de fazer e fiquei bem contente com o resultado. Pra quem tiver um lenço velho em casa e quiser dar uma repaginada nele, siga as seguintes instruções:
Do que você precisa:
- Lenço & alicates
Lenço da sua preferência e dois tipos de alicates. O menor facilita o manuseio e o grande funciona para fechar as argolas no final
- Medalhinhas & argolas de latão que são vendidas em vários tamanhos e banhos.
Como fazer:
1º Passo: Passar a argola pela medalha
2º Passo: Encaixar a argola (com a medalha) no lenço. Você pode prender no buraco de onde passa a fitinha ou direto nela, o que achar melhor
3º Passo: Fechar a argola com o alicate grande
Agora só repetir isso várias vezes e pronto. Precisa de um pouco de paciência mas é ridículo de tão simples...
E voilà!
Onde encontrar:
Lenço: qualquer loja indiana. Tem a Casa Shiva na R. 25 de Março, 640, Centro, tel. 3228-7236/3242-9648
Penduricalhos: tem na Sécullu's Bijoux (quenda o nome!) na R. Cavaleiro Basílio Jafet, 31 e 119, Centro (trav. da R. 25 de Março), tel. 3228-7987/3313-0710
Eu tenho uma dica bacana pra quem estiver cansado de brechós legais com preços inflacionados e ainda por cima tiver um tempo livre: o bazar da Unibes (aqui). Unibes é a União Brasileiro-Israelita do Bem-Estar Social e eles têm um bazar que fica lá longe, depois do Bom Retiro, mas é lotado de roupas. Só que é o tipo de lugar que tem arara atrás de arara lotada, tudo bem bagunçado, com cheiro de mofo, sem espelho nem provador... Tem que ter bastante paciência (e tempo), mas rende a viagem. E olha que as roupas que vão pra lá são as sobras, a primeira leva é distribuída para pessoas inscritas no Serviço Social.
Lá você acha coisas do tipo: lenço Cartier (original) por R$ 9, paletó Paco Rabanne (original) por R$ 5, bolsa Fendi (original) por R$ 10. Tem que procurar muito, fora que tem bastante tralha, mas lá você faz aquele tipo de achado que compensa todo o mau-humor de ter ido até lá =) Adoro também que sempre tem alguma tiazinha dando conselho de como você poderia usar determinada peça ou até mesmo escolhendo algo para você... Muito bom.
R$ 50 muito bem gastos...
Bazar Unibes: Rua Rodolfo Miranda, 287, Bom Retiro, tel. 3311-7300
Entraram tantas dúvidas e questões sobre como usar a tal da bota (super obrigada pra todos que comentaram!) que resolvi pegar cada dúvida e responder caso a caso. Espero que ajude =)
Marilu pergunta: “E para as baixinhas, qual é o melhor estilo para combinar botas de cano curto com roupas. Dê uma dica”
Gisela pergunta: “Bota de cano curto com saia para quem é baixinho e gordinho fica muito feio?”
oh! responde: Oi Marilu, oi Gisela, acho que para as baixinhas o melhor é uma bota de cano mais curto mesmo, com salto bem alto e bico fino, usadas com meia-calça preta ou escura (importante que ela seja opaca!) e um vestido ou saia acima do joelho para dar aquela alongada nas pernocas...
Lila pergunta: “E o salto Anabela? Estará em alta e como posso usá-la?”
oh! responde: Oi Lila, sobre a Anabela, acho legal se ela não tiver plataforma e o salto for mais leve, sabe? Aquele tipo “pata de bode” não ajuda silueta nenhuma... Daí também depende da altura da bota, mas acho que pode ficar legal com vestido + meia calça.
Katia pergunta: “Gostaria de saber se os vestidos curtos e as capas também podem ser usadas com botas baixas e qual altura ideal do cano de bota para este tipo de roupa?”
oh! responde: Oi Katia, acho que o comprimento do cano da bota é influenciado pelo biotipo da pessoa, sabia? Para quem é baixinha não fica legal uma cano muito alto já que dá aquela achatada. Já meninas mais altas têm um pouco mais de sorte e podem usar botas de vários comprimentos. Mas acho linda a combinação bota + vestido curto.
Vanessa pergunta: “Olá, tenho uma bota da Cravo e Canela sem salto na cor bege e preta de cadarço. Gostaria de saber várias formas de usá-la sem exagerar no modelito”
oh! responde: Oi Vanessa, acho que uma bota assim pode ser usada por cima da calça jeans com camiseta + malha, também pode ficar legal com vestido leve + meia calça ou até mesmo usado com um short curtinho, isso se você tiver um quadril mais estreito (se você for mais larguinha, opte por um short com o comprimento mais perto do joelho).
Tina pergunta: “E a bota que fica no meio do caminho, entre a canela e o joelho, sabe? Tenho uma linda de salto alto mas não sei como usá-la com vestido ou saia. Eu até acho que fica bonitinho, mas queria saber a tua opinião”
oh! responde: Oi Tina, botas desse comprimento são bem legais sim, e amo a combinação delas com vestidos e saias. Cuidado só com a proporção: se você for mais baixinha, use com algo mais curto para dar aquela alongada. Se for mais cheinha, bico fino + meia preta opaca (já que o brilho dá uma engordada).
Neliana pergunta: “Sou baixa 1’65 e peso 72k, tenho 37 anos. Amo bota, posso usar? Qual o modelo e com que tipo de roupa?”
oh! responde: Oi Neliana, pra você acho que funcionaria uma bota com um salto mais alto e bico fino, um modelo mais clássico, entre o meio da perna e o joelho, que poderia ser usado com saias e vestidos e até com calças, só que desta vez por baixo delas.
Elaine pergunta: “Adorei a matéria. Sou apaixonada por botas e tenho várias, inclusive algumas que têm o salto encapado com a mesma cor. São bonitas mas eu sempre fico na dúvida se ainda posso usá-las. O salto é bonito, mas é encapado com o couro. Pode me ajudar e dar uma opinião?”
oh! responde: Oi Elaine, não vejo problema algum do salto ser encapado com couro, ainda mais na mesma tonalidade da bota. É que nesta estação vários modelos tem os saltos de madeira mas nada te impede de usar uma com o salto de couro, de verdade, ainda mais se for um modelo clássico que não saia de moda.
Bruna pergunta: “Tenho quadril largo e cintura fina, mas não sou tão baixinha, tenho 1’70. Existe alguma maneira de eu usar botas de cano longo?”
oh! responde: Oi Bruna, então, no seu caso, como você é alta, acho que pode sim rolar uma bota, só tomaria o cuidado para ela ter bico fino (com ou sem salto, dependendo do seu gosto). Esse look pode ficar lindo usado com vestido e um cinto para marcar a sua cinturinha fina.
Giovanna pergunta: “Eu tenho a batata grossa e eu quero uma cowboy boot. Esses dias eu fui em uma loja ver uma e serviu, mas assim, ficou colada na batata! Tipo não ficou apertada, enfim, eu quero tanto uma, eu sei que não é recomendado, mas o que acham?”
oh! responde: Oi Giovanna, eu tenho esse mesmo problema, sabia? As vezes provando modelos de várias marcas percebo que a largura da batata varia bastante. Tenta isso antes, já que as cowboy boots deveriam ficar um pouquinho largas em cima ainda mais se você quiser usá-las por cima de um jeans.
E pra finalizar, abaixo seguem imagens de desfiles gringos e fotos de streetsyle do mundo inteiro para dar idéias e servir de inspiração para todos. Espero que tenha ajudado!
Chado Ralph Rucci, Givenchy e Gucci
Stella McCartney, Lanvin e Hermès
E como não podia faltar, clipe da trilha oficial desse post!
Eu estava bem cansada do meu corte de cabelo, um lindo Chanel comprido feito pelo querido Lau Neves que tinha crescido e perdido todo o corte. Dai fiz um editorial sobre cortes de cabelo pra Gloss e acabei trabalhando com o André Matheus, do salão Cabelaria, que foi o primeiro a cortar cabelos seguindo o princípio do Visagismo. Fiquei tão impressionada com o trabalho dele, um corte bem simples mas que deixou a modelo tão mais bonita, que quis cortar o meu com ele também. O André segue o princípio do Visagismo, criado em 1936 pelo cabeleireiro francês Fernand Audry. O André baseia o seu trabalho no livro do artista plástico Phillip Hallawell, discípulo de Audry, que define a prática como "a arte de criar uma imagem pessoal que revela as qualidades interiores de uma pessoa, de acordo com suas características físicas e os princípios da linguagem visual (harmonia e estética), utilizando a maquilagem, o corte, a coloração e o penteado do cabelo, entre outros recursos estéticos" (aqui).
Essa semana eu finalmente consegui ir ao Cabelaria e o André cortou o meu cabelo. Diferente de todas as outras vezes em que cortei o cabelo, a primeira coisa que o André quer saber é qual o problema com o seu corte atual (ou falta de, no meu caso) e como você quer se sentir. Muito legal é que ele define o cabelo como uma armadura, uma proteção da pessoa contra o mundo e diz que um corte representa a pessoa, mostra o que ela quer passar para os outros. Como o meu cabelo é super liso e tava bem comprido ele falou que isso acompanha o rosto deixando-o mais redondo, conseqüentemente mais angelical e virginal. Cortes mais curtos, por exemplo, deixam a mulher mais forte, agressiva e guerreira já que são associados aos cortes masculinos. Já a franja infantiliza a pessoa pois esconde a testa/ o intelecto. Bem interessante.
Nem precisa dizer que eu AMEI o meu corte e recomendo a todos. Abaixo, uma foto de como ficou. Não tem de antes porque antes tava muito sem graça...
Para saber mais sobre o André, o Visagismo e o salão, clique aqui para entrar no site.
Dica pra espantar o mal-humor do tempo ruim: amanhã vai ter outra edição do Sabba que pra quem não conhece é tipo uma venda especial com várias marcas bacanas como a Magnólia Risoflora (que faz lindas peças estampadas com Silk) e a Theodora (marca da estilista Rita Wainer). Além de roupas serão vendidos toys e livros, tudo isso na Olá, loja de coisinhas pra casa que fica em um sobradinho na Vila Madalena.
Sabba na Olá: Rua Fradique Coutinho, 1.340, Vila Madalena.
Quem me conhece sabe que eu sou obcecada por acessórios. Verdade que tenho fases mais minimalistas, outras mais tipo árvore de natal, e é exatamente por isso que estou sempre atrás de novidades desse tipo. Uma das minhas descobertas favoritas (e olha que nem é tão recente assim) são as jóias da Vanessa Kryss.
A marca que vende brincos, colares e pulseiras existe desde 2006 mais ainda é pouco conhecida. A Vanessa faz acessórios em prata, ouro, pedras, chifre, osso e madeira, todos com uma cara super feminina e delicada, mas sempre com um toque de humor (tipo o brinco de sorvete da foto acima). Lembram daquele colar e brinco de nuvem da Juliana Jabour, da última coleção de verão? Pois é, foi a Vanessa que fez para Juliana (para ver fotos desse desfile no UOL Estilo, clique aqui).
Legal também é que a produção é pequena então você não vai encontrar muitas pessoas usando a mesma peça, algo que pra mim é super importante. E o melhor de tudo é que os preços são acessíveis, ainda mais os das peças de prata banhadas a ouro, que ficam por volta dos R$ 400.
Em São Paulo tem pra vender na Pelu, NK Store, Acervo Benjamin e também no próprio atelier da marca que fica na Alameda Lorena, 1’304, conjunto 309. Antes de passar lá, é legal marcar um horário com a Dani no (11) 3086-3508.
Acabei de voltar do bazar do Reinaldo Lourenço e recomendo pra todas. O legal é que tem bastante sapatos de coleções passadas (do 37 ao 39), muitos vestidos de festa e também camisetas, calças e bermudas. Os preços estão razoáveis, mas tem alguns bons achados como alguns vestidos de festa de R$ 1’500 por R$ 500 e uns tops de laço por R$ 60. Corram que esse é o tipo de bazar em que as araras ficam vazias logo logo.
Preciso confessar que já estou cansada de bazares, liquidações & afins, mas esse vale a pena. A Franziska tem sapatos incríveis com preços que não são tão acessíveis assim (pelo menos pra mim, por questão de princípios) e no bazar eles ficam super em conta. Fui da outra vez e a média de preços era R$ 100 (eu comprei uma bota absurda por R$ 150 que na loja custava R$ 900...).
Bazar Franziska Hübener: Rua Achilles Orllando Curtolo 560, Barra Funda.